Outra pérola da magistratura...
"A liberdade de decisão e a consciência interior situam o juiz dentro
do mundo,em um lugar especial que o converte em um ser absoluto e incomparavelmente superior a qualquer outro ser material. A autonomia de que goza, quanto à formação de seu pensamento e de suas decisões, lhe confere, ademais, uma dignidade especialíssima. Ele é alguém em frente aos demais e em frente
à natureza; é, portanto, um sujeito capaz, por si mesmo, de perceber, julgar e resolver acerca de si em relação com tudo o que o rodeia".
(Trecho de uma sentença de uma Excelentíssima Juíza daqui da Paraíba)
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26 comentários:
Sem comentários!
É Deus.... rs
Vôôôte!!
Mediocridade disfarçada de eloquência!!!
Alguém tem que ensinar a essa bichinha que existem muuuuuuuuuitas coisas mais importantes, mais interessantes e mais valiosas do que ser um magistrado
É triste...
Os magistrados, por serem pessoas que lidam com verdadeiros dramas todos os dias, deveriam ser pessoas mais sensíveis, mas, criamos uma cultura de culto aos juízes que os transformaram em criaturas quase que divinas, hoje, temos uma cultura que incentiva as pessoas a serem magistradas, não pelo amor à carreia, não pela virtude, mas primeiramente pela opulência e pela vaidade de ostentar o cargo: "dr. fulano de tal, juiz de direito", depois de ver esta setença, cimento ainda mais minha crença de que os juízes, em suas maioria são serem dotados de extrema prepotência.
Falta de trôxa.
Ou excesso.
aposto que assinou sem ler. rs
"Nossinhora"!! (expressão mineira)
Consciência interior? - nem sei o que poderia ser isso.
Aos meus olhos, esse ser material que arrotou tanta arrogância, carece perder o juízo e gozar mais de vero.
Abraços!
Ela tem usado essa preliminar em todas as suas decisões, como se não bastasse anunciar o que muitos magistrados pensam de si mesmos.
Fala sério... isso é brincadeira, a pessoa está de gozação, só pode...
Pior que não...
Conheço vários juízes e desembargadores, dos quais privo de algumas amizades, mas nunca vi tanta prepotência junta. Porém presenciei uma cena interessante: Um amigo de infência chegou perto de um juiz e o chamou pelo apelido. O mesmo retrucou na hora: Fulaninho, não. Agora eu sou um juiz e mereço respeito. O amigo não falou mais nada e se retirou.
Existem duas classes de Magistrados: Os que pensam ser deuses e a outra é que eles tem certeza de ser . . .
Mas como toda regra, tem lá suas exceções...
Para essa Magistrada, falta mesmo é uma PIÇA !!! e não um Martelinho.
O fato de ser paraibano apenas aumenta minha indignação. Felizmente, a sórdida arrogância dessa “magistrada” não é o traço dos paraibanos. Aqui tem muita gente digna. Afirmo isso para que esse episódio, triste e lamentável, dessa aberração de juíza, não sirva pra alimentar estigma nem preconceito contra minha querida e honrada Paraíba, muito menos contra nós paraibanos. Essa megera deve envergonhar, isto sim, esta categoria repleta de odiosos privilégios, que tem como característica marcante a arrogância e presunção. Claro que existem exceções! Mas, são exceções mesmo. Nunca é demais repetir a expressão que já conhecia e que vi reproduzida neste blog. “Existem dois tipos de juízes: uns acham que são Deus; os demais têm certeza de que são. Não podemos nos esquecer que foram eles, os juízes do STF, que criaram a aberração da ajuda moradia. Existe nada mais odioso? Até o nome é ridículo. Isso acontecer num país com milhões de famintos, analfabetos, desassistidos na saúde, sem moradia, vivendo abaixo da dignidade humana. Esses senhores, que têm como referência o maior salário público pago no país, tripudiam sobre nós com essa excrescência. Portanto, atitudes de presunção, prepotência, arrogância e desconexão com o mundo real, tendem a desqualificar uma função que deveria ser um espelho para a sociedade.
Justitia de Têmis
Antes de expor qualquer pessoa, este blog deveria ser responsável o suficiente para informar, ao menos, onde está inserido o trecho transcrito, pois somente assim pode ser averiguada a veracidade da informação. Ao divulgar algo que teria sido escrito por alguém, o blog tem que informar de onde extraiu o texto, mesmo que não informe quem foi o autor, sob pena de não merecer qualquer credibilidade.
Por isso quando eu me formar em Direito quero ser um professor universitário que são sempre pessoas respeitadoras, amáveis, compreeensivas, pacíficas e humildes... muito humildes.
Ouvi dizer que a Exma Juíza Adriana Sette é a autora dessa "pérola negra" da magistratura...
Nietschze (é asssim que se escreve? Rs) tinha razão. Deus está morto, mesmo, e foi essa mulher quem o matou para tomar o lugar dele. Se alguém souber qual o seu templo, me informe onde fica, para que possa adorá-la, de hoje em diante. Ou então, ela já era Deus mesmo, e Deus é mulher, para grande desgosto dos homens. E só estamos sabendo disso depois dessa "sentença".
Este comentário pode ser encontrado na Ata de instrução e julgamento do processo nº01718. 2007.027.13.00-6 da única vara do trabalho do municipio de Santa Rita. A juiza responsavel por esse despautério foi a Exc Juíza Adriana Sette da Rocha Raposo.
Se alguém quiser ler na integra o senteça, abaixo postarei o link para se fazer o download.
http://rapidshare.com/files/70019458/senten_a_santa_rita.doc.html
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Adriana (Nica) é minha prima e QUASE salvou a vida de Raben uma vez... preciso dizer que não acredito que ela escreveu isso.. não creio..
=/
Caros blogueiros, nós juízes, na grande maioria, pensamos, agimos e nos sentimentos tão humanos quanto os demais seres, com todas as suas qualidades, defeitos e virtudes!. Daí qe o pensamento dessa colega não corresponde, em absoluto, ao da grande maioria dos juizes, pelo menos dos que têm o mínimo de consciência do ser humano falível que somos!. É um pensamento equivocado, um prato cheio para os que, maldosamente, tentam, desesperadamente, desqualificar a magistratura nacional!.
Esse nunca foi nem será o pensamento da Magistratura Nacional. Os juízes pensam, agem e sentem-se um ser humano com as virtudes, os defeitos e as qualidades de qualquer outro. É, na verdade, um prato cheio para os que buscam, desperadamente, desqualificar o papapel social dos juizes
Iara,
Foi ela mesmo. E não foi só uma única vez
Uma frase atribuída ao filósofo renascentista Michel de Montaigne nos adverte: "Mesmo no mais alto trono do mundo estamos sempre sentados sobre o nosso rabo." Essa MM deve achar que não precisa expelir seus rejeitos orgânicos pelo traseiro por não possuir tal necessidade fisiológica. Mas o que mais me dói é saber que enorme contingente de magistrados brasileiros pensa como ela, apenas não ousa expressar isso numa sentença, como fez a poderosa Ísis. No entanto fazem outras sandices de que vez em quando se toma conhecimento e se lamenta. Bons juízes (principalmente juízas) infelizmente são as exceções. Trabalho na Justiça Comum e Eleitoral e sei disso.
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